sábado, 27 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
You've gotta lotta, lotta nerve
Coming here when I'm still with him
And I care of you, it isn't fair
Born, March of '86, my birthday's coming
And if I had one wish, yeah, you'd be it
When you're 'round
I lose myself
Inside your mouth
You've got brown eyes
Like no one else
Baby, make it to me
Again and again, again, again, again, again
Never stop
Again and again, again, again, again, again
Never stop
He never really saw me or waited when we
Were hooking up, yeah, he'd a never last
Last week when I was sad, you said that you knew
My eyes changed of kinda green to kinda of blue
When you're 'round
I lose myself
Inside your mouth
You've got brown eyes
Like no one else
Baby, make it to me
Again and again, again, again, again, again
Never stop
Again and again, again, again, again, again
Never stop
Baby, would you be there?
'Cause maybe you could
Be m-m-mine all the t-t-time
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

... Tudo isso dói. Mas eu sei que passa, que se está sendo assim é porque dever ser assim, e virá outro ciclo, depois. Para me dar força, escrevi no espelho do meu quarto:¨Tá certo que o sonho acabou, mas também não precisa virar pesadelo, não é?¨ É o que estou tentando vivenciar. Certo, muitas ilusões dançaram - mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas. Também não quero dramatizar e fazer dos problemas reais monstros insolúveis,becos-sem-saída. Nada é muito terrível. Só viver, não é? A barra mesmo é ter que estar vivo e ter que desdobrar, batalhar um jeito qualquer de ficar numa boa. O meu tem sido olhar pra dentro, devagar, ter muito cuidado com cada palavra, com cada movimento, com cada coisa que me ligue ao de fora. Até que os dois ritmos naturalmente se encaixem outra vez e passem a fluir. Porque não estou fluindo.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
Um dia levantamos e encontramos no espelho, nosso papel irrisório no mundo.
Decidimos então tentar adiar o inadiavel, enchemos o armário dos mais variados produtos antienvelhecimento para o rosto, corpo e cabelo. No primeiro mês, que beleza! Usa três vezes ao dia, no segundo, duas é sufuciente! E no terceiro mês ... Isto é creme, shampoo ou protetor solar?
No quarto mês percebemos então que é preciso algo além da estética para melhorar a aparência. É preciso se aceitar!
É muito estranho, mas às vezes me pego com um gosto na boca que não é daqui nem de hoje. Um aroma distânte ... Cheiro de juventude. Já sentiu isto? Cheiro de juventude?
Você deve achar que estou ficando louca, mas é a mais pura verdade.
É aquele cheiro de chuva em dias de frio que tem gosto de pipoca com TV. E por alguns instantes até ouço a voz da minha mãe:
- Acorda! Está na hora! Não vá se atrasar para a aula!
- Só mais cinco minutos, mãe - respondia ainda com sono, naquele mundo aconchegante, seguro. Mundo de mãe e pai. Mundo onde pedimos e ofertamos carinho, sem medo, sem barreiras de expressarmos nossos sentimentos.
O futuro então nos parece algo que nunca chegará.
Mas ele chega, mais rápido do que pensávamos, e sem piedade devora nossa juventude, nossa inocência, nosso mundo de super-herois.
Mesmo assim, é admiravel nossa capacidade de regeneração às tempestades. Conhecemos então a dor, o sofrimento e a nostalgia, que muitas vezes vem em forma de saudade.
Os anos passam ... Mais a idade, mil escolhas e um caminho. Desenhamos assim a poeira do tempo, que pode ser dolorido ou indolor.
Sabe, até meus olhos mudaram, já foram mais cativantes, mais pecientes. E que disposicão para conhecer e ajudar pessoas.
Hoje estou mais quieta no meu mundo, um mundo tranquilo e sen palpites, menos aventuras, mas sem erros.
Os " tempos de hoje " são bem diferentes do meu, às vezes ainda deparo - me com " o meu tempo " pela cidade, é como se fosse um rastro ... Poeira, que aparece de repente para me criticar. Esta poeira pode sufocar muita gente! Gente que não viveu! Que deixa a vida passar.
Gente que perdeu tempo mostrando ser o que não era para si própria. Gente que passou todo esse tempo sonhando e esqueceu que as realizações precisam de " mãos de obra ". Gente que espera primeiro organizar tudo para depois começar, sempre na seguda-feira. Gente que depois de muito tempo resolveu que deveria ter uma nova identidade. Gente que passou a vida do lado de alguém por comodidadee deixou de viver um grande amor. Gente que por algum motivo parou de girara roda da vida e se deixou conduzir pelos fatos e acontecimentos.
Não se esqueça de que nós somos a história e sua poeira estará sempre por perto e dos que vivem a sua volta. Ela vai às mesma velocidadeque volta, trazendo cheiros, vozes, rostos, sensações ... Às vezes até sinto o cheiro da morte ... Não sei se por aqui ou acolá, mas sei que também faz parte da poeira.
Não importa se erramos mais ou acertamos mais, o importante é acertar os erros, é aceitar cada ruga e cada problema que trouxe.
Não tenha medo de fazer, talvez até se arrepender ...
Porque o tempo não da tempo ao que ficam no meio do caminho.
(...)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
Prá mudar a minha vida
Vem, vambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva...
Ainda tem o seu perfume
Pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara?
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Dentro da noite veloz...
Ainda tem o seu perfume
Pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara?
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Na cinza das horas...
domingo, 10 de janeiro de 2010
Vou sair pra ver o sol
Vou mentir e dizer que não sou feliz
Vou sair pra ver o sol
Deixo a porta aberta se quiser voltar
mas saiba que eu também consigo viver só
A solidão quem me ensinou a ser mais forte
E a qualquer lugar eu vou sem medo
Você não quis me escutar
e o tempo não parou.


